Manejo de precisão

A complexidade de uma floresta inequiânea é resultado do número de espécies, de tipologias florestais, de relevo, da hidrografia e do solo. O manejo de precisão pode ser definido como o emprego de informações geoespaciais para a prescrição individualizada do manejo de florestas, ou como o manejo sítio-específico dos recursos florestais. Três pilares são necessários para a implantação de um manejo florestal de precisão:

1. Sistema global de navegação por satélites

2. Sensoriamento remoto

3. Sistema de informação geográfica

Na prática, é possível observar que a falta (ou deficiência) de um desses três pilares resulta em falhas graves num plano de manejo. Estas falhas ocasionam, por exemplo, abertura de estradas para acessar áreas com baixo potencial madeireiro; ou pátios superdimensionadas para o volume de madeira explorado; ou ainda dimensionamento equivocado de unidades de produção anual. Além do aumento dos custos de exploração florestal, a floresta sofre intervenções desnecessárias, impactando sua composição e estrutura.

As falhas de execução de um plano de manejo estão relacionadas em parte ao desconhecimento das particularidades da região a ser manejada. A integração das informações da área, do sensores remoto de diferentes níveis (aéreo, orbital e terrestre) em um sistema de informações geográficas podem contribuir para um planejamento mais eficiente e detalhado de exploração.

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